segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Cinto de segurança para cães e gatos evita que simples acidente vire tragédia

O cão ou gato solto dentro do veículo pode tanto assustar ou desviar a atenção do condutor e provocar um acidente, como também, em caso de colisões, ter o corpo projetado para frente e ferir seriamente outros ocupantes. "Todo objeto solto dentro do carro pode se deslocar na mesma velocidade do veículo e ter uma força de impacto perigosa", alerta Alberto Sabag, secretário-geral da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego.
Em uma situação hipotética, um carro a 50 km/h com um cachorro de 10 kg - equivalente a um poodle médio - no banco traseiro colide em um outro veículo e o animal é projetado para a frente. O impacto do animal vai equivaler a 4 mil kg. "O ideal é o cão não ter muita mobilidade e ser transportado com a coleira e a guia presas em algum local do carro ou naquelas caixas de fibra apropriadas", aconselha Isabel Cristina, presidente da Suipa - Sociedade Brasileira de Proteção aos Animais.
Não há estatísticas oficiais nem um estudo sobre o assunto. Mesmo assim, não é apenas o dono que corre o risco de se acidentar por causa do seu cão ou gato. É comum em clínicas veterinárias animais chegarem com lesões por terem se desequilibrado dentro dos carros em freadas bruscas ou batidas. O mais comum, porém, são cachorros submetidos a cirurgias por estarem viajando com a cabeça para fora da janela. "Muitos traumas de animais acontecem dentro do carro, como luxações, além de traumatismo craniano e fraturas do maxilar", diz o cirurgião veterinário Aldeci Costa de Souza.
 
 
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