Em uma situação hipotética, um carro a 50 km/h com um cachorro de 10 kg - equivalente a um poodle médio - no banco traseiro colide em um outro veículo e o animal é projetado para a frente. O impacto do animal vai equivaler a 4 mil kg. "O ideal é o cão não ter muita mobilidade e ser transportado com a coleira e a guia presas em algum local do carro ou naquelas caixas de fibra apropriadas", aconselha Isabel Cristina, presidente da Suipa - Sociedade Brasileira de Proteção aos Animais.
Não há estatísticas oficiais nem um estudo sobre o assunto. Mesmo assim, não é apenas o dono que corre o risco de se acidentar por causa do seu cão ou gato. É comum em clínicas veterinárias animais chegarem com lesões por terem se desequilibrado dentro dos carros em freadas bruscas ou batidas. O mais comum, porém, são cachorros submetidos a cirurgias por estarem viajando com a cabeça para fora da janela. "Muitos traumas de animais acontecem dentro do carro, como luxações, além de traumatismo craniano e fraturas do maxilar", diz o cirurgião veterinário Aldeci Costa de Souza.
Fonte: Site sinomar.com.br/vl_seguranca.asp
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